Há uma crescente leva de publicações de cunho ateu nas mais diversas mídias. O que antes estava reduzido a filósofos esporádicos e era encarado como motivo de vergonha ou receio, agora parece estar na boca de qualquer um disposto a falar. Por mais que alguns reclamem falta de legitimidade para o ato, não deve ser o caso. A hipótese deus(es) diz respeito a todos nós, direta ou indiretamente.

Como tal, foi tratada pelos mais diversos campos do conhecimento. Como fundamento metafísico, sob a filosofia e a teologia; sob o fundamento social, temos a sociologia e a antropologia. De certa forma, não importa a abordagem, pois sempre partimos da análise da justificativa da crença do homem, caso a hipótese da existência seja verdadeira ou falsa; ou da análise de seu comportamento, caso creia ou não na hipótese.

Colocando a questão dessa forma, a factualidade de deus(es) fica em plano secundário e passamos a estudar tópicos que dizem ou podem dizer respeito às nossas vidas práticas. É assim que a interferência religiosa nas mais diversas áreas legitima qualquer um de nós, especialistas ou leigos, a manifestar suas opiniões. Nesse sentido, alegar insuficiência acadêmica ou intelectual para que se critique a hipótese divina é apenas uma forma de calar bocas.

Mas deveríamos mesmo nos calar? Talvez. Mas se – e somente se – houvesse tratamento mútuo por parte dos religiosos. Ora, se não temos o direito de falar contra algo para o qual não vemos evidências, também não deveria haver o direito de professá-lo. Hegemonia e números absolutos não servem como pretexto para calar as minorias e todo o nosso ordenamento jurídico caminha na proteção formal dos hipossuficientes substanciais.

Uma coisa é certa: se o problema é realmente a falta de escrutínio por parte das críticas ateias, que sejam mostrados exatamente os pontos falhos da argumentação. Era de se esperar que quem estivesse certo não se furtasse a oportunidade de mostrar conclusivamente o equívoco da tese contrária, mas o que vemos é simplesmente uma reação emocional, comparável a quem teve a honra ofendida – não a intelectualidade e a racionalidade.

Ainda mais interessante: a maior parte das críticas ateias diz respeito a duas características principais – a falta de evidências para a hipótese divina e a deturpação e a exploração da fé alheia em troca de benefícios político-financeiros para as instituições religiosas. São os dois pilares que sustentam, entre outras coisas, a dominação e o sequestro da moral e dos comportamentos individuais e sociais, o acobertamento a crimes cometidos por eclesiásticos e associados, o enriquecimento ilícito e a isenção de impostos que o propicia, a mutilação genital e a punição severa e desproporcional a delitos de menor importância, como o adultério e a apostasia.

Diante da exposição de tantos fatos, é possível reconhecer algumas reações arquetípicas, mas a principal delas é o ataque gratuito às fontes de críticas. É uma forma de autodefesa através do recrudescimento contra aqueles que simplesmente fizeram circular a informação. Fosse falsa ou difamatória, as vias judiciais seriam muito mais adequadas para resolver o litígio, mas raramente o fazem, em uma declaração tácita de veracidade do que é levantado.

Sem entrar no mérito da justiça ou da eficácia das normas, a verdade é que temos direitos inalienáveis dos quais não deveríamos abrir mão. Um deles é a liberdade de expressão, garantida constitucionalmente contra qualquer ato de uma maioria ensandecida e ditatorial, que busca calar opiniões em contrário. Dessarte, não será uma pessoa ou um grupo delas que farão com que escrevamos ou deixemos de escrever sobre o que nos agrada ou incomoda.

Em momento algum se questiona o direito de se crer no que quiser, mas sim a razoabilidade e a justificação das crenças. A discussão aberta deveria ser encorajada e não cerceada. Devíamos expor os diferentes lados e deixar que a escolha fosse feita por seus méritos e não por sua imposição. Devíamos entender, finalmente, que o direito de crer não é a obrigação de crer e que há, em contrapartida, o direito de não crer e de explicar-se por quê.

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46 Comments

    • Sorel
    • Posted 21 de março de 2011 at 18:53
    • Permalink

    Jairo,

    será que é possível enfiar todas as pessoas que se auto definem como ateias num saco só? será que as críticas se dirigem num sentido unico?

    quanto você fala sobre sociologia e antropologia e diz “não importa a abordagem, pois sempre partimos da análise da justificativa da crença do homem” de qual autores esta falando? Pergunto, pois queria entender o que você quer dizer com justificativa – exemplo: não vejo o Claude Levi-Strauss dessa maneira.

    Outro questão: “sequestro da moral e dos comportamentos individuais e sociais”

    De que sequestro esta falando? Sequestro de onde e de quem? Se você partir do pressuposto que a natureza não é moral então essa frase ganha um sentido totalmente diferente se você acha que o homem tende naturalmente para a razão.

    E, em terceiro lugar, “razoabilidade e a justificação das crenças”, o que seria razoavel e como se decidiria o que é razoavel ou não? Alguem decidiria arbitrariamente? Um conselho de cientistas?

    • Sorel
    • Posted 21 de março de 2011 at 19:13
    • Permalink

    correção:

    quanto você fala sobre sociologia e antropologia e diz “não importa a abordagem, pois sempre partimos da análise da justificativa da crença do homem” de qual autores esta falando? Pergunto,

    (de qual sociologia ou antropologia esta falando),

    pois queria entender o que você quer dizer com justificativa – exemplo: não vejo o Claude Levi-Strauss dessa maneira.

    • Sorel
    • Posted 21 de março de 2011 at 20:46
    • Permalink

    obs: quando falo de Levis-Strauss estou falando no sentido de justificar ou não crença x ou y.

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 22 de março de 2011 at 11:07
    • Permalink

    Sorel,

    creio que todas as suas perguntas seriam respondidas com uma segunda lida no texto — ou uma primeira mais atenta.

    Em todos os meus textos, encontrará vários advérbios que demonstram que não advogo validade para todos os casos. Não só porque simplificações são geralmente refutadas, mas principalmente porque é um tipo de crítica semântica que em nada contribui para a discussão principal. É usada apenas para questionar a validade em casos específicos, recaindo na falácia da falsa generalização por parte do criticante.

    A questão sobre a sociologia e a antropologia resolve-se com uma simples leitura correta do que foi escrito:

    “De certa forma, não importa a abordagem, pois sempre partimos da análise da justificativa da crença do homem, caso a hipótese da existência seja verdadeira ou falsa [teologia e metafísica]; ou da análise de seu comportamento, caso creia ou não na hipótese [sociologia e antropologia].”

    Lido dessa forma, o texto não faz referência alguma a justificação de crenças por parte das ciências sociais.

    Quando falo de sequestro, falo da ideia bem difundida por Clark — entre outros — de que, quando a religião toma para si a primazia da moral enquanto relega à ciência somente o funcionamento do mundo, abre-se espaço para uma série de comportamentos dogmáticos cujo afastamento ou distanciamento são enfrentados em geral com violência — psíquica ou física.

    Se for de seu desejo, há um texto publicado neste mesmo espaço com este título: http://deusnagaragem.ateus.net/2010/03/19/o-sequestro-da-moralidade/

    Felizmente, filósofos e neurocientistas, como Harris e Pinker, tentam trazer a moral para uma aproximação mais científica, como já fizeram a matemática (com a teoria dos jogos) e a psicologia evolutiva.

    A razoabilidade é um conceito abstrato, mas nem por isso impreciso como tenta colocar. Temos uma boa noção do que o seja sem maiores questionamentos filosóficos, pois faz parte de nossa configuração biológica. Quando os indivíduos se afastam demais desse conceito, temos intervenções médicas ou jurídicas.

    Há toda uma construção médico-psicológica sobre o assunto e as recentes adições das neurociências nos deram um entendimento razoavelmente bom sobre nossas decisões. A filosofia, nesse sentido, perdeu considerável terreno diante das explicações fenomenológicas.

    Não precisamos de uma medida matemática perfeita e exata para definirmos tais princípios axiológicos, pois sabemos diferenciá-los muito bem nos casos concretos sem recorrermos à arbitrariedade ou a qualquer conselho, de cientistas ou não.

    Jairo Moura.

    • Sorel
    • Posted 22 de março de 2011 at 13:58
    • Permalink

    Jairo,

    Não argumentarei no sentido cronológico dos seus próprios argumentos, creio que encontrará as questões que levanto em seu próprio texto sem eu precisar seguir esse caminho e nem enumerá-los.

    Primeiro, para você dizer que a filosofia perdeu terreno para estudos “fenomenológicos” é necessário que você nos apresente evidências dessa afirmação, poderia, por exemplo, demonstrar dados estatísticos de que forma essa “ciência” vem tomando espaço nos ambientes acadêmicos, apenas afirmar que ela perdeu terreno porque no seu gosto pessoa uma explicação faz mais sentido não é o bastante – se quiser permanecer dentro do escopo cientifico é claro. Como eu sei que você não tem as ferramentas para isso, talvez, provisoriamente, poderíamos utilizar o Google acadêmico e ver o número de produção de cada campo de conhecimento.

    Segundo, há uma corrente filosófica que se intitula como “fenomenológica”, nesse sentido, você poderia me explicar como resolver esse imbróglio. Poderíamos, assim, até mesmo redefinir os termos da história da filosofia que coloca na veia da filosofia fenomenológica autores nada importantes como Husserl.

    Além disso, afirmar o que você afirmou nos obriga a esquecer que os campos de investigação da linguagem (sendo o Pinker um entre várias com igual ou mais tradição acadêmica – e isso, grosso modo, quer dizer seriedade) crescem cada vez mais desde a década de 70 com o desenvolvimento da etnologia e da a antropologia estruturalista.

    Em 1952, em Raça e História, uma produção patrocinada pela UNESCO – lembre-se meu argumento sobre a UNESCO -, Levis-Strauss ataca o etnocentrismo e o evolucionismo implícito nos Europeus, que pensavam os diferentes estados das sociedades humanas como fases ou etapas de um desenvolvimento único da humanidade. O autor coloca em relevo o caráter cumulativo das culturas nenhuma delas sendo totalmente fixas Se o ocidente acumulou os domínios da mecânica, por exemplo, não cede em contrapartida ao Oriente em matéria de conhecimento do corpo? (argumento do Levis-Strauss). Assim, para Levis-Strauss, o aparecimento de uma cultura mais cumulativas seria de fato análogo à saída de uma combinação complexa num jogo de azar. Para pensar esse grande jogo da civilização, Levi-Strauss constrói um modelo interpretativo do lado da roleta – por isso chamá-lo de relativista é pura burrice -, ao mesmo tempo que reconhece o caráter aproximativo desta aproximação.

    Sobre a razoabilidade, você simplesmente não respondeu, apenas afirmou existe uma “boa noção” inata ao homem, uma espécie de essência que antecede a própria existência – nada mais metafísico. O problema, ao meu ver, é que você confunde direitos universais com a ideia de homem universal, que não é uma ideia homogênea como eu disse. Dessa forma, não tem nada de “sem maiores questionamentos filosóficos”, isso, talvez, aconteça no ateus.net.

    Sobre a neurociência, ela própria não se coloca como a “ciência” que vai responder todos os questionamentos filosóficos e quando se coloca, como Pinker faz, ele é pouco levado a sério por boa parte da comunidade cientifica/acadêmica. Basta fazer uma pesquisa mais atenciosa na produção cientifica no campo das ciências humanas.

    • Sorel
    • Posted 22 de março de 2011 at 14:10
    • Permalink

    A razoabilidade é um conceito abstrato, mas nem por isso impreciso como tenta colocar. Temos uma boa noção do que o seja sem maiores questionamentos filosóficos, pois faz parte de nossa configuração biológica. Quando os indivíduos se afastam demais desse conceito, temos intervenções médicas ou jurídicas.

    A razoabilidade é por si só um conceito cultural, o que torna ela precisa ou não é a necessidade que uma dada cultura tem de situá-la assim. Você tem uma da interpretação do que é razoável ou não, mas o que você acha razoável pode não ser para outra pessoa. Sua afirmação também nos obriga a esquecer os ensinamentos do livro A genealogia da moral em que Nietzsche (um ateu, assim como Levis-Strauss) situa qualquer interpretação\representação inserida dentro de uma luta entre várias forças que buscam com que a sua interpretação de mundo se torna A interpretação do mundo, assim aconteceu com o conceito de bom que para alguns povos bárbaros ser bom significava pilhar, matar, conquistar e no cristianismo tornou-se humilde, cordeiro de deus, etc.. Quando à função da interpretação Nietzsche tinha isto a dizer em 1885-86:
    “’Interpretação’, a introdução de sentido – não ‘exlicação’ (na maioria dos casos, uma nova interpretação em cima de uma antiga que se tornou incompreensível, que é agora apenas um signo). Não há fatos, tudo esta em fluxo, incompreensível, esquivo; o que é relativamente duradouro são nossas opiniões.”1

    1. Friedrich Nietzsche, The Will to Power, tra. Walter Kaufmann e R. J. Hollingdale, New York, Vintage Books, 1974, p. 337

    • Sorel
    • Posted 22 de março de 2011 at 14:11
    • Permalink

    obs: na mensagem de 14:40 eu acabei colando um fragmento da sua frase que usei para escrever meu texto. (se quiser pode apagar essa obs).

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 22 de março de 2011 at 14:26
    • Permalink

    Sorel,

    Uma abordagem puramente quantitativa diria muito pouco ou quase nada. Seria muito mais eficiente se propusesse uma abordagem qualitativa. O espaço acadêmico faz bem em proteger a produção humanística porque ela é importante em seu escopo questionador e zetético. Mas está longe de ser tão eficiente em termos epistemológicos quanto as ciências em sentido estrito.

    É inegável o avanço do conhecimento em áreas outrora puramente especulativas. Precisamos somente acompanhar o progresso técnico-científico que esse avanço nos proporciona. Mas entenda bem: não descarto as humanidades; pelo contrário: colocando-as no lugar devido, podem nos dar discussões sadias e extremamente ricas.

    Tenho conhecimento da fenomenologia filosófica e usei exatamente nesse sentido para evitar uma discussão solipsista: a de que só temos acesso aos fenômenos; não à coisa-em-si. É um argumento forte em si, pois pega uma de nossas falhas de percepção. Nesse sentido, serve de formas várias para a nossa compreensão de mundo ao relativizar o nosso conhecimento, mas não passa muito disso.

    Prefiro a noção de “ciência como conhecimento derivado dos fatos da experiência”. Se for de seu interesse, leia o ótimo artigo de Chalmers: http://ateus.net/artigos/filosofia/a-ciencia-como-conhecimento-derivado-dos-fatos-da-experiencia/

    Não, não nos obriga a esquecer nada disso. Nos obriga, na verdade, a perceber com que grande sucesso disciplinas mais especulativas incorporaram o conhecimento científico em sentido estrito. Os estudos das neurociências e da psicologia evolutiva tiveram enorme influência sobre as obras contemporâneas.

    Se for de seu interesse, veja a própria declaração de Pinker: http://www.youtube.com/watch?v=yIMReUsxTt4

    O argumento sobre a UNESCO foi devidamente respondido em outro texto. Não chamei ninguém de relativista. São rótulos pouco producentes e prefiro me ater a argumentos do que a nomes.

    Ao dizer que existe uma boa noção, respondi sim. Ao dizer que não precisamos quantificá-la, respondi mais ainda. Aliás, poderia usar seus contra-argumentos para qualquer definição conceitual. Você está confundindo sentido/essência com programação biológica. O próprio Pinker desfaz esse mito no seu livro “Tabula Rasa”. Há capítulos espalhados pela internet, caso interesse. Nenhuma metafísica nisso; apenas biologia.

    Quando falei de direitos universais, falei da construção histórica deles. Não de qualquer revelação. O próprio Direito Internacional trabalha com essa ideia de construção e do voluntarismo.

    Se acontece no Ateus.net, deveria reclamar com quem é competente para resolver.

    Sobre a neurociência, é muito interessante que ela não se coloque. Não é sua função, nem a de qualquer área científica. É simplesmente a melhor ferramenta que temos para analisar a nossa central de cognição. Basta fazer uma pesquisa mais atenciosa na produção científica no campo das neurociências e das ciências cognitivas, em publicações recentes de periódicos como The Journal of Neuroscience, Nature, Trends in Cognitive Sciences, Journal of Experimental Social Psychology etc.

    No mais, agradeceria se comentasse, finalmente, sobre o que foi proposto no texto.

    Jairo Moura.

    • Sorel
    • Posted 22 de março de 2011 at 15:27
    • Permalink

    Também sou um “leitor” de Chalmers, principalmente por causa da conclusão deste texto:

    “A intuição que procurei captar com o meu lema “A ciência deriva dos fatos” foi a de que o conhecimento científico tem um estatuto especial em parte porque assenta numa base segura, em fatos sólidos firmemente estabelecidos através da observação. Algumas das considerações deste capítulo põem em questão esta perspectiva confortável. Uma dificuldade diz respeito à medida em que as percepções são influenciadas pela experiência prévia e pelas expectativas do observador, o que faz com que aquilo que parece ser um fato observável para uma pessoa não tenha de o ser para outra. A segunda fonte de dificuldades resulta da medida em que os juízos sobre a verdade das asserções observacionais dependem daquilo que já é conhecido ou pressuposto, tornando assim os fatos observáveis tão falíveis como os pressupostos que lhes subjazem. Ambos os gêneros de dificuldade sugerem que talvez a base observacional da ciência não seja tão inequívoca e segura como se supõe frequente e tradicionalmente.”

    • Sorel
    • Posted 23 de março de 2011 at 18:48
    • Permalink

    Jairo,

    pensei numa coisa e você tem razão, não da para comparar o ateus.net com o ateus.network, o problema é que eu generalizei demais. Não tenho palavras para dizer o quanto acho importante o debate que você instiga aqui, quanto à isso fique tranquilo, cometi apenas um exagero.

    Sobre o seu texto, eu concordo com a conclusão, mas não com a forma que você chegou nela.

    • Luiz
    • Posted 25 de março de 2011 at 0:09
    • Permalink

    Caraca meu ,voce ecreveu um calhmasso enorme, e tem um portugues rico de conordancia,verbo,Parabens. Voce fala tudo isto embasado no pseudo deus religioso e se mostra muito tecnico nas coisas que dis, é muito simples conceituar as religiões que esploram as pessoas simples e desenformadas. O ateista tem um perfil pcicologico semelhante a do fanatico religioso, eu tenho a sorte de ver a divindade na espressão da minha vos no ar que eu respiro, agora estou com sono , depois eu leio tudo que voce escreeu e digo a minha opiniao. Boa noite

    • Luiz
    • Posted 25 de março de 2011 at 8:37
    • Permalink

    Estava me referindo ao Jairo moura , cara de nene que nao saiu das fraldas, com todo respeito. Peguei o bonde andano. O ateu esta numa posição de justificar a sua descrensa, ve o mau e o caus em tudo e em todos não sabe enterpretar a lingaugen dos fatos, o seu corpo fisico dis coisas sem palavras, é a linguagen abstrata, os argumentos que voceis usan serven para voceis alimentaren o vosso ego. ele acredita que nao cre ,mas esta desconfiado e com medo nesta digamos divindade, ele esta tatiando no escuro pocurando uma prova cabal, ve se nitidamente nestas pessoas muita revolta e odio represado. contudo cumpre um papel importante, o de comfrontar éstas religiões mentirosas e falcatruadas.

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 25 de março de 2011 at 16:02
    • Permalink

    Luiz,

    Evidências anedóticas dizem muito pouco ou quase nada. O direito de crer no que quiser é garantido, mas simplesmente afirmar a crença não chega a ser um argumento.

    Se os argumentos que usamos servem para alimentar o nosso ego ou para qualquer outra coisa, é algo completamente irrelevante. Eles foram expostos e a apreciação deveria ser de acordo com a sua validade; não com a teleologia.

    Se quer chamar a sua voz de deus ou qualquer outra coisa equivalente, está apenas adicionando um vocábulo supérfluo à língua. Pior ainda: usa uma palavra com significado pré-existente num contexto fora de seu uso normal. Parece apenas querer se aproveitar da fama que a palavra carrega.

    Seria interessante se conseguisse embasar sua tese de que os ateus se assemelham a fanáticos religiosos.

    No mais, encontrará críticas não somente a religiões — ou a versão social da crença –, mas principalmente aos argumentos que sustentam a crença pessoal, seja ela ligada ou desligada de quaisquer congregações.

    Jairo Moura.

    • Luiz
    • Posted 25 de março de 2011 at 19:29
    • Permalink

    Jairo,

    Você poderia ser mais claro, kkkkkkkk você me diverti, a minha consciência não esta focada na egoidade, estou falando com você estou falando com Deus mas não vou entrar no mérito desta questão que é um assunto muito vasto. O Júlio dice que o meu português é ruim , e que eu não tenho condição de postar nada, eu respondi que eu preciso aprender, percebe que eu não me ofendo com nada, não preciso provar nada pelo simples fato de não estar focado no ego ( autoconsciencia ) é este um dos muitos desafios, não vou falar da minha filosofia espiritualista da linha teosófica, pode parecer para você muito piegas ,você é jovem e impetuoso

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 25 de março de 2011 at 19:36
    • Permalink

    Luiz,

    Procede como melhor entender, esteja focado no mais lhe agradar. Ficamos, então, somente com os ataques levianos e a retórica de púlpito.

    Grato,

    Jairo Moura.

    • Luiz
    • Posted 25 de março de 2011 at 19:56
    • Permalink

    Jairo Teleologia, o que é isto você é muito mais culto do que eu, não seria teologia, O fanático religioso faz um curso de teologia e se acha o psicólogo do seu deus sabe tudo sobre ele. é muita imbecilidade, da ate tristeza de ver tanta desgraça e miséria em termos de consciência, não sou ateu mas algumas coisas eu concordo com voceis.

    • Luiz
    • Posted 25 de março de 2011 at 20:57
    • Permalink

    Jairo Moura

    Não se trata de ataques, vejo muitas qualidades e potencialidades divinas em você, um grande abraço.

    Luiz augusto

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 25 de março de 2011 at 21:01
    • Permalink

    Luiz,

    Pelo contrário: qualquer qualidade que conseguir enxergar em mim será pura e simplesmente humana. De agora em diante, seus comentários serão moderados sempre que recorrer a proselitismo.

    Jairo Moura.

    • Luiz
    • Posted 25 de março de 2011 at 22:27
    • Permalink

    Jairo

    Não precisa postar, eu sei que você vai ler, se não vão pensar que eu estou apaixonado por você, kkkkkkkk, A característica da personalidade do ateu é esta que voce demonstra, morre de medo do ridículo, seu conceito sobre o que é humanidade não é um conceito é um preconceito,embasado em achismo e estas pseudo ciências que voce proclama, eu não ia postar nada mesmo ésta não é a minha praia.

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 25 de março de 2011 at 22:45
    • Permalink
    • Luiz
    • Posted 27 de março de 2011 at 22:14
    • Permalink

    Jairo

    Pensei que tivesse me boicotado. Abomino este tipo de linguagem, que vai e vem ,fala fala e nao dis nada, ou fala coisas obvias, quando eu sair de ferias vou tentar ler o calhamasso que voce enviou,voce citou la em cima, retórica de púlpito, nunca subi em um púlpito para falar um a, apesar de ter passado por uma fase religiosa, que eu considerei muito positiva, porque no inicio na minha puresa me levou para um estado de encantamento, mas quando e eu sai deste estado nao cai para o ateismo encontrei fontes melhores que me deran respostas mais convincentes para as minhas questões existenciais . Proselitismo, vou procurar no dicionário o que isto quer dizer , no momento oportuno vou falar do perfil psicologico do ateu, se tiver oportunidade Grato. Luiz augusto

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 27 de março de 2011 at 22:24
    • Permalink

    Luiz,

    Qualquer discussão que saia do escopo do texto é inadequada e infrutífera. Experimente cadastrar-se no portal Ateus.net. Há fóruns específicos — deve haver um de seu interesse.

    Jairo Moura.

    • Luiz
    • Posted 28 de março de 2011 at 11:50
    • Permalink

    Jairo

    nao considero infrutífera, a sempre um dado que possa ser compartilhado, vou ler o material que voce enviou com total imparcialidade, é o livre arbítrio que determina qualquer coisa na vida das pessoas, nao este conceito de livre arbítrio religioso que nao tem nada a ver com a realidade, o religioso nao pratica o livre arbítrio, porque tem que seguir as regras estabelecidas pela instituisao religiosa, o religioso é na verdade uma maria vai com as outras , pensa com a cabeça dos outros, nao é um livre pensador

    • Luiz
    • Posted 28 de março de 2011 at 16:49
    • Permalink

    Continuando

    vou ficar no escopo de pensamento de voceis, me diga o nome de um visionário , ou pensador atual que posamos ter como referencia , é difícil achar um, voceis falam que a humanidade esta em uma rota de colisao ,é obvio que sim. Os políticos se intitulam cristãos para manobrar as massas , as religioes que norteiam a humanidade cultuam um cristo mercadológico e um cristo de 2000 anos atras que nao tem nada a ver com o contesto evolutivo atual, o que é pior na cultura hebraica daquela época , que diabo eu tenho aver com Davi ou ou aqueles figurões bíblicos , com alguns sim , mas nao vou entrar no mérito para nao sair do escopo. o cenário mundial nao esta bonito e vai piorar, agora estou vendo o ateu profetizando o fim do mundo, voceis perderam a vossa identidade ?

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 28 de março de 2011 at 18:01
    • Permalink

    Luiz,

    Mais uma vez, fica a dica para que faça o seu cadastro no Fórum. Já saímos há tempo do que fora proposto no texto e não mais responderei o que estiver além da discussão em pauta.

    Jairo Moura.

    • Luiz
    • Posted 28 de março de 2011 at 19:51
    • Permalink

    Jairo

    Tudo bem agradeço a dica. Luiz augusto

    • Borges
    • Posted 30 de março de 2011 at 18:47
    • Permalink

    Companheiro.Muito bom o pensamento, gostaria de conheçer sua razão.

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 31 de março de 2011 at 14:40
    • Permalink

    Borges,

    Não acho que tenha entendido o que quer.

    Jairo Moura.

    • Hugo
    • Posted 31 de março de 2011 at 23:04
    • Permalink

    O direito de crer, assim como o de nao crer, é sagrado. Nem vou me estender nisso.
    Quanto à crítica ao ateísmo, é bem manjada. Quer submeter Deus ao escrutínio do método científico, ou pelo menos ao da razão. Pura falácia, descer o Incognoscível (conforme os crentes) à planície do que pode ser esquadrinhado…
    Só falta fazer que nem aquela musiquinha que pedia para Deus aparecer na televisão…
    Por isso que digo, o agnosticismo é respeitável, mas o ateísmo no máximo é probabilístico, não pode jamais fechar questão, e nisso termina se aproximando… Da fé.

    • Sorel
    • Posted 1 de abril de 2011 at 21:33
    • Permalink

    muito bem colocado Hugo.

  1. Ótimo texto,

    Conteúdo claro, direto, e simples, de modo que qualquer um pode entender.

    Continue assim, ou melhor, mantenha-se melhorando na exposição de suas idéias.

    Abraços!

  2. Hugo, tudo que existe, em ultima instância, é racionalmente justificável. Se Deus não for racionalmente justificável, não existe. Esta é a fórmula que permite ao homem conhecer: a submissão à razão. Não a submissão da Realidade à razão, mas a do homem à razão.

    Esse é o ofício do filósofo e do cientista, e todo homem pode ser filósofo ou cientista, basta que busque sempre adequar suas observações da realidade à luz da razão (também).

    Você diz que existe um Deus sobrenatural, mas sendo você algo natural (o homem é natural), como sabe do que está fora de sua realidade, do que está além/sobre ela?

    O ateísmo é pertinente pois só admite como verdadeiro o que é corroborado por evidências ou racionalmente justificado.

    Sugiro que os conflitos pessoas não sejam vistos por algo mais que isso, conflitos pessoas, que nada têm a ver com a busca pelo conhecimento e pela sabedoria.

    abraços

  3. *pessoais

    • Hugo
    • Posted 2 de abril de 2011 at 11:20
    • Permalink

    Lorran,
    Muito do que existe sequer é racional, quanto mais racionalmente justificável.
    O homem não se prende apenas ao que conhece racionalmente. É muito mais que isso, basta citar a religião e a arte, tidas por tantos como nossas manifestações supremas de humanidade.
    O ofício do filósofo e do cientista tem grande importância e beleza, mas nem de longe podem capturar a complexidade do mundo e do homem.
    Eu não sei se existe um Deus sobrenatural. Apenas creio e vivo nessa crença. Há inúmeras vantagens em viver assim. E não agride de forma alguma a minha razão, muito ao contrário, a complementa.
    O ateísmo, se tomado a sério, é desonesto, ou no mínimo esquizofrênico, pois conclui algo que sabe não poder concluir, a inexistência de um Deus cultuado por bilhões.
    Quanto à busca pela sabedoria, como você diz, a ciência é absolutamente inútil aqui, pois não tem como se desprender das evidências. A ciência nunca vai provar nem que não existem duendes…

    • wolph
    • Posted 8 de abril de 2011 at 9:07
    • Permalink

    Esta incompetencia das pessoas em não entender que é impossível haver provas para algo que não exista, é assustadora. Se estes deuses não se pronunciam, não existem. A ciencia não precisa provar que Spider-man, duendes ou deuses não existem, pois eles teriam que fazer isso por eles mesmos.

    • Hugo
    • Posted 9 de abril de 2011 at 1:23
    • Permalink

    Então prove que a felicidade existe, ou que a beleza existe, ou que o passado existiu, ou que o amor existe, e por aí vai…
    Se não conseguir fica provado que a incompetência existe.

    • wolph
    • Posted 18 de abril de 2011 at 14:50
    • Permalink

    Voce acha mesmo que é impossível provar que o passado exisitiu???? Seu post de 09/04 não é suficiente??? caramba!!!
    Quanto a emoções também não são tão difíceis mas se voce tem dificuldade em ve-las nas pessoas e até em alguns animais, aconselho procurar ajuda.

    • ARIOVALDO BATISTA
    • Posted 21 de abril de 2011 at 13:20
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    Caro Jairo, entramos de fato na questão da “torcida organizada”, cuja origem esteve na autocracia religiosa do “dever de acreditar” e não do “direito de acreditar”. E daí surge duas torcidas que advogam a “propriedade da verdade”, uma que admite, e outra que nega. NO FUNDO, ESTAMOS FALANDO DE CRENÇAS PESSOAIS DE CADA UM, e o que ocasiona as divergências é de fato a evolução da inteligência humana. NENHUM CÃO OU GATO DISCUTEM ENTRE SI TAMANHA INUTILIDADE, simplesmente porque não têm inteligência desenvolvida para tal!
    Aqueles que ficam de “fora” questionando uma ou outra corrente (criacionista ou evolucionista atéia), SE TORNAM “CÉTICOS”, como os cientistas que hoje contestam as “verdades ambientais” postuladas nas reuniões floclóricas da ONU sobre as questões. NOS CONTENTAMOS EM ACREDITAR EM DOGMAS DE FÉ, TANTO DA CIÊNCIA COMO DA RELIGIÃO.

    Defendo que o Universo não pode ser “obra fortuita de um acaso”, que entendo ser o “nada”, da mesma forma que não pode também ser “obra pessoal de um Deus Infinito”, porque ambas não respondem ao simples fato de CAUSA E EFEITO.
    E se o Universo não é óbra de Deus e muito menos de um “acaso”, E EXISTE, É OBRA DO QUÊ OU DE QUEM? Essa é pergunta do ‘cético” que o ateu responde como O UNIVERSO NÃO TEM PROPÓSITO ALGUM, pelo simples fato de que algo inteligente, há que ter propósito!! REsposta tão vaga como admitir que o Universo tem o propósito de um Deus Infinito!!
    Como a pergunta advém do exercício do raciocinio ou de idéias, O UNIVERO HÁ QUE SER OBRA DE “ALGO OU DE ALGUÉM” QUE COMO O HOMEM, PODE TER IDÉIAS, E SER PORTANTO INTELIGENTE, e daí poder fazer suas coisas, ATÉ MESMO MUDAR A PRÓPRIA NATUREZA! O Universo, portaanto, É ALGO DECIDIDO E INTELIGENTE, falta apenas sair das discussões vagas de “Deus e Nada”, COMO AUTORES DE ALGO QUE QUE NITIDAMENTE TÊM ORIGEM INTELIGENTE!!
    Acreditar é o exercício do livre arbítrio de cada um, que se esconde na mente indevassável das pessoas, POR ISSO RECONHEÇO QUE ATÉ PAPAI NOEL EXISTE, DESDE QUE SE TRANSFORME EM AÇÕES ÚTEIS AO PRÓPRIO HOMEM.
    Numa discussão com um evolucionista ateu de carteirinha, argumentei que qualquer ser vivo é equivalente a qualquer artefato que homem faça EM DEETERMINADAS CIRCUNSTÂNCIAS. A resposta foi que o artefato tem sempre um propósito, e o ser vivo não tem propósito algum, e deu como exemplo, uma barata.
    IDÉIA DE GIRICO DE UM BIÓLOGO QUE NEGA ALGO PELO SIMPLES FATO DE IGNORAR PARA O QUÊ SERVE ESSE ALGO!!
    Participo de discussões de ateus como de religiosos, ambos fanáticos em suas respectivas frenças, E ME SINTO SEMPRE UM PATO FEIO, pois é como olhar para uma nuvem e descrever uma figura vista, COMO VERDADE ABSOLUTA DE AMBOS OS LADOS, que simplesmente contesto por premissas equivocadas.
    Crer por crer, é de fato um direito biológico de cada um, PARA ISSO ESTAMOS VIVOS, PORQUE UMA VEZ MORTOS NÃO ACREDITAMOS EM NADA … aliás, até mesmo aqui precisamos afinar nossas crenças sobre a “morte”!!
    arioba

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 21 de abril de 2011 at 13:39
    • Permalink

    Ariovaldo Batista,

    Defende o que quiser. Daí a suportar com evidências o que afirma já é outro departamento. Deve-se perguntar por que deve ser obra de qualquer coisa, já que nunca vimos algo sendo criado, mas apenas transformado.

    Se realmente conseguir, vai ganhar muito dinheiro mostrando a tal intencionalidade no universo à comunidade internacional de cientistas ou mesmo de filósofos. Se o dinheiro não for seu objetivo, que seja a fama. Se não for a fama, que seja o simples prazer de esclarecer gente menos capaz do que você.

    Se a existência de algo está condicionada à sua utilidade, deve partir do zero e convencer a todo mundo que é assim. Eu prefiro ficar com o conceito de existência como algo que realmente existe.

    De minha parte, não há nenhuma verdade absoluta. Simplesmente espero evidências extraordinárias para alegações extraordinárias e me reservo ao coerente direito de não acreditar até tê-las.

    Jairo Moura.

    • sorel
    • Posted 22 de abril de 2011 at 0:10
    • Permalink

    sabias palavras Arioba =)

    • Deista
    • Posted 22 de abril de 2011 at 16:12
    • Permalink

    Pelo que entendi, esse artigo fala da liberdade de opinião e, consequentemnte, do direito de professar a ideologia que mais agrada. E também é contra os grupos de ideías contrárias que fazem criticas sem sentido, atacando a fraqueza dos homens que a professam uma ideia, e não esta em si mesma. Peguei o “fio da meada” Jairo?

    Att.

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 22 de abril de 2011 at 16:57
    • Permalink

    Deista,

    Por muitas vezes, ouvi dizer que desrespeitava a crença de pessoas simplesmente por falar abertamente que não acreditava nelas.

    Para essas pessoas, expor ideias como fazemos aqui — ou como outros fazem, onde quer que seja — é ofensivo e não deve ser tolerado.

    Jairo Moura.

    • Deista
    • Posted 22 de abril de 2011 at 17:22
    • Permalink

    Entendi, e para isso nós temos a proteção do Estado,que nos garante a proteção necessária para mantermos nossas convicções, como você disse certo?

    Mas infelizmente existem muitos que não usam a razão para entender os seus contrários, tratando-os como inimigos. Isso gera intolerância e violência. Contra aqueles que não usam a razão não há qualquer argumento que os influncie. O que acha que devemos fazer diante dessas situações? Se calar ou lutar por respeito?

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 22 de abril de 2011 at 18:25
    • Permalink

    Deista,

    Cada um faz o que achar melhor e mais apropriado. Temos, historicamente, que minorias começaram a ser respeitadas com ações afirmativas.

    Há o exemplo atual dos grupos relacionados à causa gay e, paralelamente aqui no Brasil, políticas de inclusão racial.

    É com base nesses exemplos que Dawkins conclama à saída do armário, mas é opção pessoal, pois, apesar de trazer óbvios benefícios, também pode trazer prejuízo à vida pessoal e social de quem se manifestar.

    Eu escolhi me manifestar, mas isso só deve servir de exemplo enquanto inspiração; não em forma de imperatividade.

    Jairo Moura.

    • BossGrave
    • Posted 24 de abril de 2011 at 19:49
    • Permalink

    Acho que o titulo deveria ser “Do direito de não crer”. A alienação atual ainda é tão forte que o fato de não compartilhar as mesmas superstições se torna ofensivo.

    • Error: Não foi possível criar o diretório uploads/2017/05. O diretório pai possui permissão de escrita?
      Jairo Moura
    • Posted 24 de abril de 2011 at 20:23
    • Permalink

    BossGrave,

    Sim, poderia. Mas o título foi motivado porque, segundo as alegações, o simples fato de não concordar ou de dizer que não se concorda feria o direito de crer.

    Jairo Moura.