Ultimamente os pastores têm deixado de ser o foco da mídia – melhor para eles, assim podem continuar suas falcatruas sem serem incomodados – porém, há um revezamento característico entre as variadas facções cristãs. Saem de cena os pastores, com suas contas bancárias recheadas, e entram os padres, com suas crianças “recheadas” (se é que me entende).
Obviamente, não podemos generalizar. Nem todo padre é pedófilo, assim como nem todo pastor é ladrão, ou muçulmanos são homens-bomba. O fato é que há sempre um agravante para cada consequência dessas. Agora que estou devidamente justificado, deixemos os coadjuvantes de lado e foquemos em nossas estrelas.
Sabemos que o “voto de castidade” é uma tradição antiga e difícil de ser alterada, ainda mais por estar relacionada à igreja católica e, consequentemente, a um papa nazista. Isso não impede que rotas alternativas possam ser criadas. Os padres devem poder “descarregar” seu instinto animal (sexo!). Já que não podem ter mulheres, proibiram-lhes as crianças e relação homossexual é pecado mortal, supondo que tenham a necessidade do não-uso das mãos e uma boneca inflável não é algo que um padre possa ter em sua casa, pensei em algumas soluções alternativas e concluí que uma alternativa em específico solucionaria todos os problemas dessa classe tão sofrida, para aqueles que não suportam mais o voto de castidade. São apenas quatro passos básicos:
1) O papa já é um homem bastante velho, e pode não compreender, mas para evitar quebrar as regras, libere a masturbação! É aquela história: se não sair por bem, vai sair por mal mesmo; ou seja: sai de qualquer jeito.
2) Feito o voto, cada padre ganha uma muda de bananeira. Esta muda o acompanhará aonde ele for e será plantada em seu local de trabalho assim que possível. Sempre que se muda o local de trabalho, ganha-se uma nova muda.
3) É necessário esperar a bananeira crescer, mas, como é apenas uma bananeira, não há problema em se “divertir” com ela enquanto pequena, da mesma forma criativa que fazem com as crianças.
4) Quando a bananeira já estiver formada, o padre deve fazer um furo cilíndrico, na altura de seu falo e com a devida largura e profundidade para tal. Para isso necessitará de uma régua, um compasso e uma faca, mas sugiro como alternativa um martelo e um cano PVC, para furar (retirar ou não o cano fica a critério de quem faz).
Pronto! Eis que surge a “mulher do padre”. Uma bananeira onde se pode “descarregar as energias” sem se preocupar com reclamações, processos, intervenções na carreira profissional, doenças etc. Além da seguinte vantagem: as bananeiras são versáteis. Pode-se usar na posição “ativo”, facilmente imaginável, ou na posição “passivo”, encaixando a banana formada por ela mesma no furo feito para o falo e utilizando-a de costas!
Acredito que sexo com bananeiras não caracteriza homossexualidade, pedofilia ou quebra do voto de castidade, devido a suas características vegetais.
O fato é que, independente da posição religiosa/filosófica de cada um, hemos de convir que é melhor alguns padres apinhados de bananas do que crianças inocentes nuas em suas camas.
